Pra dar motivação.

28 11 2010

Vasco tem nova atuação abaixo da crítica perde mais uma: Corintians 2×0.

Urubu é derrotado pelo Cruzeiro mas mesmo assim se safa da degola.

Tricoletes batem o Palmeiras e ficam com as duas mãos no caneco.

Um ano ruim como esse, faz muita gente perder até um pouco da motivação de torcer pelo Vascão.

Eis o antídoto:

Lançamento, terça-feira, às 19:30, na Saraiva do NY City Center.

Glub.

Toques curtos:

Já com a cabeça livre da degola, o Urubu antecipou a escalação do time para o clássico contra o Peixe.

Glub.





Lembranças do Cruzeiro.

21 11 2010

A moeda:

A cédula:

E o cheque especial:

Glub.





Filme do dia.

20 11 2010

Glub.

Em 21/11: Dessa vez não deu, mas a esperança é a última que morre, ao contrário dos 3 flamenguistas que faleceram durante a semana e geraram o minuto de silêncio para o maior número de homenageados da história do Engenhão.

Glub.





Ele, “O Mito”

16 11 2010

Dedé é eleito o “Craque da galera” do Vasco em 2010

É necessário deixar bem claro, nesta tentativa de conceituar o mito, que o mesmo não tem aqui a conotação usual de fábula, lenda, invenção, ficção, mas a acepção que lhe atribuíam e ainda atribuem as sociedades arcaicas, as impropriamente denominadas culturas primitivas, onde mito é o relato de um acontecimento ocorrido no tempo primordial, mediante a intervenção de entes sobrenaturais. Em outros termos, mito, é o relato de uma história verdadeira, ocorrida nos tempos dos princípios, quando com a interferência de entes sobrenaturais, uma realidade passou a existir, seja uma realidade total, o cosmo, ou tão-somente um fragmento, um monte, uma pedra, uma ilha, uma espécie animal ou vegetal, um comportamento humano. Mito é, pois, a narrativa de uma criação: conta-nos de que modo algo, que não era, começou a ser.

De outro lado, o mito é sempre uma representação coletiva, transmitida através de várias gerações e que relata uma explicação do mundo. Mito é, por conseguinte, a parole, a palavra “revelada”, o dito. E, desse modo, se o mito pode se exprimir ao nível da linguagem, “ele é, antes de tudo, uma palavra que circunscreve e fixa um acontecimento”. “O mito é sentido e vivido antes de ser inteligido e formulado. Mito é a palavra, a imagem, o gesto, que circunscreve o acontecimento no coração do homem, emotivo como uma criança, antes de fixar-se como narrativa”.

O mito expressa o mundo e a realidade humana, mas cuja essência é efetivamente uma representação coletiva, que chegou até nós através de várias gerações. E, na medida em que pretende explicar o mundo e o homem, isto é, a complexidade do real, o mito não pode ser lógico: ao revés, é ilógico e irracional. Abre-se como uma janela a todos os ventos; presta-se a todas as interpretações. Decifrar o mito é, pois, decifrar-se. E, como afirma Roland Barthes, o mito não pode, conseqüentemente, “ser um objeto, um conceito ou uma idéia: ele é um modo de significação, uma forma”. Assim, não se há de definir o mito “pelo objeto de sua mensagem, mas pelo modo como a profere”.

É bem verdade que a sociedade industrial usa o mito como expressão de fantasia, de mentiras, daí mitomania, mas não é este o sentido que hodiernamente se lhe atribui. O mesmo Roland Barthes, aliás, procurou reduzir, embora significativamente, o conceito de mito, apresentando-o como qualquer forma substituível de uma verdade. Uma verdade que esconde outra verdade. Talvez fosse mais exato defini-lo como uma verdade profunda de nossa mente. É que poucos se dão ao trabalho de verificar a verdade que existe no mito, buscando apenas a ilusão que o mesmo contém. Muitos vêem no mito tão-somente os significantes, isto é, a parte concreta do signo. É mister ir além das aparências e buscar-lhe os significados, quer dizer, a parte abstrata, o sentido profundo.

Talvez se pudesse definir mito, dentro do conceito de Carl Gustav Jung, como a conscientização de arquétipos do inconsciente coletivo, quer dizer, um elo entre o consciente e o inconsciente coletivo, bem como as formas através das quais o inconsciente se manifesta.

Melhor seguir a definição de milhões de torcedores Vascaínos, onde o mito tem nome e sobrenome: Anderson Vital da Silva, ou simplesmente Dedé.

Glub.





Faltou a cereja.

14 11 2010

Em uma rodada quase perfeita Vasco perde muitos gols e apenas empata com São Paulo.

 

O fim de semana começou em grande estilo, com o urubu caindo de quatro para o galo mineiro.

 

A festa continuou no domingo, com as vitórias de Avaí e Atletico Goianiense e o empate entre Guarani e Vitória.

Os sujos ficaram a 3 pontos da antepenúltima colocação do campeonato e no próximo fim de semana, se não ganharem o confronto direto com o Bugre, a casa cai.

Como se não fosse o bastante, um herói que já mereceu até bandeira da nossa torcida jogava muito no Engenhão e marcava de cabeça aquele que pode ser o gol do não-título.

Queremos Rafael Moura no Vasco 2011.

Se ele tivesse em campo hoje, sem a menor dúvida, teríamos ganhado do São Paulo.

Aliás, independente de quem fosse, qualquer um que estivesse em campo hoje, no lugar do Jefferson Silva,  teríamos ganhado do São Paulo.

O que foi aquilo que ele fez antes de perder o gol feito na pequena área, no lance final do jogo?

Uma partida em que Felipe, Dedé  e Zé Roberto jogaram muito bem e Eder Luis marcou um golaço, acaba entrando para posteridade como aquela em que Jefferson Silva perdeu um gol da forma mais ridícula dentre todos os gols perdidos na história do Vasco .

Só nos resta torcer para que o garoto seja titular abosluto nas partidas contra Cruzeiro e Corinthians, de preferência ao lado de Jonathan, Diego, Renato Augusto, Nunes, Jadson Vieira, Ernani…

Glub.





Todo dia é dia de torcer pelo Vascão!

13 11 2010

Vem aí o lançamento mais esperado do calendário Vascaíno.

Glub.





Água que passarinho preto não bebe.

8 11 2010

Engarrafada pela fonte Maratuã, a água mineral Vasco da Gama já está sendo vendida no Rio de Janeiro.

Glub.